sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Por que amamos aquilo que é do outro?

Achei super interessante a iniciativa de Márcia Correa quando mostra em seu face imagens das coisas bonitas que o Governo do Acre anda fazendo. Compromisso e amor pelo que é deles, deve ser a motivação para que projetos ligados ao setor de serviços saiam do papel.
Agora, vejam a nossa situação: a cidade está suja, as ruas esburacadas, não se plantam árvores há mais de 20 anos, as tarifas de ônibus aumentam de forma abusiva, transporte coletivo sem qualidade alguma. E os pedestres e ciclistas? Parece que a cidade não foi feita também para eles. Calçadas desniveladas, aliás, essas quando existem, foram feitas por conta dos moradores e comerciantes, sem orientação alguma da prefeitura. O trânsito, esse me dá frisson!
E as obras? Essas me angustiam mais ainda.
Vejam o caso do Shopping Popular. O projeto foi proposto durante campanha do Roberto Góes, um convênio no valor de oito milhões de reais foi liberado pelo então governador Waldez Góes e até agora nada!
Hoje, aquilo que se deveria chamar de espaço urbano, público, está tomado por ratos, baratas, mato e, provavelmente por mosquitos da dengue.
Os feirantes, coitados, como já estão cansados de esperar pela obra que não sai do papel, ocupam as calçadas para comercializar seus produtos.
Ultimamente me deram a informação de que a Câmara de Vereadores negou a transferência da obra ao Governo do Amapá.
Então, são por essas e outras razões(...), que não cabem aqui sua análise, que tomamos como referência aquilo que é do outro. Mas, não se enganem também temos uma coisa que talvez nossos irmãos acreanos não tenham. Mas essa, eu conto depois.

Bom final de semana pra vocês.